Os maiores desafios do e-commerce em 2026 e como superar cada um deles
Neste corte do Martincast, Felipe Coelho fala sobre os principais desafios do e-commerce em 2026 e o que as empresas precisam fazer para crescer de forma estruturada nos próximos anos.
A conversa aborda temas essenciais como:
- A complexidade crescente do mercado digital, com dezenas de plataformas e soluções disponíveis;
- A chegada da Inteligência Artificial e o impacto real nas operações de vendas e atendimento;
- A importância de ter uma estratégia de 1, 3 e 5 anos, conectando tecnologia, mídia, logística e experiência do cliente;
- E a evolução da personalização e da realidade aumentada como diferenciais competitivos no futuro próximo.
Felipe compartilha sua visão prática sobre como empresas podem evitar decisões isoladas e construir planos sólidos, baseados em dados e visão de longo prazo.
Se você trabalha com e-commerce, marketing digital ou operações online, esse corte é um alerta e um guia ao mesmo tempo.
🧠 Resumão
O e-commerce amadureceu. Se há alguns anos bastava ter um bom site e investir em mídia paga, hoje o jogo é completamente diferente. A quantidade de plataformas, ferramentas e possibilidades cresceu; e com isso, cresceu também a complexidade de gerir um negócio digital de forma sustentável.
No Martincast, conversei com Felipe Coelho sobre o cenário atual do e-commerce e o que realmente vai separar as empresas que crescem das que vão ficar para trás em 2026.
🚧 A nova complexidade do e-commerce
Um dos primeiros pontos que o Felipe destacou é o excesso de opções. Hoje, quem decide montar uma operação de e-commerce se depara com dezenas de plataformas e integrações possíveis; de marketplaces a ERPs, gateways, hubs de logística e automações de marketing.
Essa variedade, que parece positiva à primeira vista, cria um grande desafio: como escolher os parceiros certos e construir uma operação que funcione de ponta a ponta?
Segundo Felipe, não dá mais para operar o e-commerce “no improviso” com freelas isolados ou agências de escopo limitado. É preciso pensar em estratégia integrada, com uma visão clara de 1, 3 e 5 anos.
⚙️ Estratégia e planejamento de longo prazo
O maior erro que muitas empresas cometem é planejar apenas o curto prazo. No digital, tudo muda rápido — e por isso mesmo, é necessário um plano que preveja como as mudanças tecnológicas, de mídia e de operação vão impactar o negócio ao longo dos próximos anos.
Felipe comenta que muitos gestores ainda subestimam o impacto de decisões simples.
Por exemplo: um aumento no custo do frete pode reduzir a conversão em até 5%, mas poucos olham para esse tipo de dado com atenção.
O segredo está em criar planos com base em dados e revisar constantemente as variáveis que afetam o desempenho: mídia, atendimento, logística, operação e tecnologia.
🤖 Inteligência artificial e hiperpersonalização
Outro ponto central da conversa foi o papel da Inteligência Artificial e da hiperpersonalização no futuro do e-commerce. O que antes era promessa, hoje já é realidade; mas Felipe reforça que ainda há um caminho de maturidade pela frente.
As empresas que começarem a testar e implementar IA agora vão colher os frutos daqui a 12 meses. Seja em atendimento automatizado, cadastro de produtos ou personalização de ofertas, a IA vai mudar o comportamento do consumidor e o nível de eficiência das operações.
Além disso, a realidade aumentada surge como uma tecnologia promissora. Felipe acredita que, em poucos anos, será comum que consumidores experimentem roupas, óculos ou produtos diretamente de casa, eliminando o custo de trocas e devoluções; um grande avanço operacional e de experiência.
📈 O novo mindset do e-commerce
Em resumo, o e-commerce em 2026 exige um novo tipo de pensamento estratégico.
Não se trata mais de “ter uma loja online”, mas de gerir um ecossistema digital completo.
É sobre integrar tecnologia, dados e pessoas; com planejamento e visão de longo prazo.
Empresas que entenderem isso cedo terão vantagem competitiva real.
As que continuarem improvisando, dependerão cada vez mais de sorte do que de estratégia.
Conclusão
O futuro do e-commerce não é apenas digital; é inteligente, personalizado e estratégico.
E quem começar a agir agora, com base em dados e visão de longo prazo, vai liderar esse novo mercado.
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