rodrigo mendes no martincast

Meta Ads em 2026: O que REALMENTE Funciona? Martincast #130 com Rodrigo Mendes

O Meta Ads mudou muito nos últimos anos e, em 2026, várias estratégias antigas simplesmente deixaram de funcionar. No episódio #130 do Martincast, recebemos Rodrigo Mendes para um bate-papo extremamente prático sobre o que realmente está trazendo resultado dentro do Facebook e Instagram Ads atualmente. Durante a conversa, falamos sobre o fim do alcance orgânico para empresas, o crescimento da automação dentro do Meta, o impacto da inteligência artificial nas campanhas e como os criativos passaram a ter um peso gigantesco na performance dos anúncios.

O episódio também aborda temas fundamentais para quem trabalha com tráfego pago, como segmentação de públicos, remarketing, Lookalike, Pixel, API de Conversão, métricas, aprendizado de campanha, fadiga de criativos e estratégias para escalar campanhas sem perder performance. Rodrigo ainda compartilha uma visão muito interessante sobre o futuro do gestor de tráfego e como a IA deve transformar completamente o mercado nos próximos anos.

Se você trabalha com marketing digital, e-commerce, geração de leads ou simplesmente quer entender como anunciar melhor no Meta Ads em 2026, vale muito a pena assistir ao episódio completo do Martincast #130. O conteúdo ficou extremamente rico, atualizado e cheio de insights práticos para aplicar nas suas campanhas.

Martincast #130 | Meta Ads em 2026: O Que REALMENTE Funciona?

O Meta Ads mudou drasticamente nos últimos anos e, segundo Rodrigo Mendes, muita coisa que funcionava antigamente simplesmente deixou de funcionar. Durante o episódio, um dos primeiros pontos abordados foi justamente a queda do alcance orgânico no Instagram e no Facebook. Para empresas, especialmente marcas tradicionais e negócios locais, crescer apenas no orgânico se tornou praticamente inviável. Hoje, o Meta privilegia cada vez mais a distribuição paga e empresas que não investem em anúncios acabam tendo enorme dificuldade para gerar alcance e visibilidade. Isso não significa abandonar o conteúdo orgânico, mas sim entender que ele precisa trabalhar junto com mídia paga para realmente gerar resultado.

Outro tema extremamente importante foi o avanço da automação dentro do Meta Ads. Rodrigo explicou como o Advantage Plus vem transformando completamente a forma como campanhas são criadas e otimizadas. Hoje, a plataforma já consegue automatizar públicos, textos, criativos e distribuição de orçamento, reduzindo bastante o trabalho operacional do gestor de tráfego. Por um lado, isso facilita a vida de pequenas empresas e iniciantes. Por outro, reduz parte do controle manual que profissionais mais experientes tinham anteriormente. Segundo ele, a tendência é clara: o Meta quer que os anunciantes dependam cada vez mais da inteligência artificial da plataforma.

Dentro desse novo cenário, o criativo passou a ter um peso gigantesco na performance das campanhas. Rodrigo comentou que, com a perda gradual das segmentações detalhadas, o algoritmo começou a depender muito mais dos sinais fornecidos pelo próprio anúncio para entender quem deve receber aquela campanha. Isso significa que vídeos, carrosséis, imagens e formatos diferentes se tornaram ainda mais importantes. Hoje, criar bons criativos deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser uma necessidade competitiva. Inclusive, ele recomenda trabalhar normalmente com quatro ou cinco criativos diferentes por conjunto de anúncios, sempre testando formatos variados para entender o que realmente performa melhor.

Durante o podcast também foi explicado o funcionamento do algoritmo Andrômeda, responsável pela entrega e distribuição dos anúncios dentro do Meta Ads. É ele quem decide qual anúncio será exibido, para quem, em qual momento e com qual intensidade. Rodrigo explicou que o algoritmo utiliza sinais relacionados ao público, comportamento, criativos e histórico de conversão para otimizar a entrega das campanhas. Isso ajuda a entender por que pequenos ajustes podem gerar impactos enormes nos resultados.

O remarketing continua sendo uma das estratégias mais fortes dentro do Meta Ads em 2026. Rodrigo explicou que faz muito mais sentido separar públicos com base no comportamento e na temperatura da audiência. Pessoas que adicionaram produtos ao carrinho recentemente, iniciaram checkout ou visitaram páginas estratégicas devem receber campanhas diferentes de usuários que apenas acessaram o site há mais tempo. Essa divisão entre público quente, morno e frio permite campanhas muito mais eficientes e personalizadas.

Outro assunto extremamente relevante foi a questão do Pixel e da API de Conversão. Rodrigo desmistificou a ideia de que “o pixel morreu”. Segundo ele, o pixel continua funcionando normalmente e ainda é essencial para campanhas de Meta Ads. O que mudou foi que a API de Conversão passou a complementar o tracking, especialmente após as restrições de privacidade implementadas no iOS. Empresas que utilizam Pixel, API de Conversão e eventos personalizados conseguem alimentar melhor o algoritmo do Meta, melhorando a capacidade de otimização das campanhas.

Quando o assunto foi inteligência artificial, Rodrigo trouxe uma visão bastante equilibrada. Ele comentou que utiliza IA principalmente para acelerar análises e ganhar produtividade, mas não acredita em automatizar completamente toda a operação. Segundo ele, o gestor de tráfego do futuro tende a atuar muito mais como um estrategista e analista do que como alguém operacional. A IA pode ajudar bastante em análises, leitura de métricas e interpretação de dados, mas ainda é necessário ter experiência para validar decisões e evitar erros estratégicos.

O episódio também trouxe uma comparação interessante entre Google Ads e Meta Ads. Rodrigo explicou que, em muitos clientes, especialmente e-commerces, o investimento em Meta já ultrapassa o Google Ads. Enquanto o Google continua extremamente forte em fundo de funil e intenção de compra, o Meta se consolidou como uma plataforma poderosa para descoberta, impacto visual e geração de demanda. Dependendo do segmento, a distribuição de verba mudou completamente nos últimos anos.

Por fim, Rodrigo deixou uma reflexão importante sobre o futuro do mercado. Segundo ele, quem quiser continuar relevante nos próximos anos precisará dominar dados, tracking, criativos, análise de métricas e inteligência artificial. O trabalho operacional tende a diminuir cada vez mais, enquanto a parte estratégica ganha ainda mais importância. O gestor de tráfego que sobreviverá será aquele que conseguir interpretar cenários, criar estratégias inteligentes e utilizar a tecnologia como apoio para tomar decisões melhores.

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