SEO em 2026: o Google vai mandar menos tráfego para seu site (e o que fazer sobre isso)
Neste corte do Martincast, eu compartilho minhas previsões de SEO e produção de conteúdo para 2026 — e explico por que o Google deve mandar menos tráfego para os sites nos próximos anos.
Falo sobre como o comportamento das buscas está mudando, o impacto da inteligência artificial nos resultados e por que o foco das estratégias de SEO precisa sair do volume de tráfego e migrar para conversão e diferenciação de conteúdo.
Também comento a importância crescente das páginas de destino bem estruturadas e do vídeo como formato dominante, especialmente para marcas e profissionais que querem manter relevância nas buscas.
Se você trabalha com marketing digital, SEO ou criação de conteúdo, este episódio é essencial para entender como se preparar para as mudanças que vêm aí — e continuar crescendo mesmo com menos tráfego orgânico.
Resuminho
E 2026 promete ser um ponto de virada. O Google continua dominante, mas o comportamento de busca e o papel do conteúdo estão mudando e rápido.
Se você ainda pensa em SEO como uma corrida por tráfego, está prestes a ver o chão se mover. A métrica que mais vai importar daqui pra frente não é mais o número de acessos, mas a conversão e a profundidade do conteúdo.
O Google vai continuar no topo, mas com novas regras
Apesar do crescimento de novas ferramentas e IA generativas, o Google deve continuar dominando as buscas com 80% a 90% de participação.
Mas o que muda é o quanto ele vai mandar de tráfego para os sites. Cada vez mais respostas vão aparecer direto nos resultados — o que significa menos cliques, mesmo para quem está bem posicionado.
Isso muda a lógica do jogo: estar bem no Google já não garante o mesmo volume de visitas. Agora, o foco precisa estar em quem chega e converte, não apenas em atrair gente para o topo do funil.
Conteúdo genérico não vai mais funcionar
O tempo dos conteúdos amplos e superficiais está acabando. O Google — e o público — valorizam páginas de destino muito bem estruturadas, que explicam claramente o serviço, o produto e o diferencial da marca.
Quem continuar apostando apenas em volume de posts vai sentir o impacto.
Mas isso não significa apagar o que já existe. Os conteúdos antigos continuam sendo importantes, porque reforçam a autoridade e a história do seu domínio.
A diferença é que eles precisam ser reaproveitados estrategicamente: enviados por e-mail, usados em campanhas, ou atualizados para sustentar novas conversões.
Conversão: a nova métrica que importa
Em 2026, tráfego orgânico será uma métrica secundária. O que realmente vai medir o sucesso do SEO é a capacidade de converter — transformar visitantes em leads, clientes ou seguidores.
Se o seu site mantém a taxa de conversão mesmo com menos acessos, é sinal de que você está falando com as pessoas certas. E esse é o verdadeiro objetivo do SEO: posicionar sua marca nas ferramentas que trazem o público com maior intenção de compra.
Vídeo: o formato que vai dominar o conteúdo
Outro ponto que deve se consolidar é o poder do vídeo. Fazer vídeos com profundidade e clareza sobre o seu nicho tende a gerar mais autoridade e engajamento do que posts de blog isolados.
O vídeo é o formato que mais se aproxima da conversa real. Ele humaniza, educa e constrói confiança.
E se você ainda não está usando o YouTube como parte da sua estratégia de SEO — agora é a hora.
Conclusão
O SEO não está morrendo. Está evoluindo. 2026 será o ano de deixar de medir sucesso apenas por números de acesso e passar a medir valor de cada clique.
Se você se posicionar com conteúdo autêntico, páginas fortes e uma estratégia centrada em conversão, o Google pode até mandar menos tráfego — mas o tráfego que vier vai valer muito mais.
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