Só vai ter palavra-chave Ampla no Google Ads? Vai acabar com as palavras-chave exatas e de frase?
Neste corte do Martincast, eu respondo à dúvida da Camila Gonçalves: será que o Google Ads vai acabar com as palavras-chave exatas e de frase, deixando só a correspondência ampla?
Eu explico o que realmente está acontecendo nas campanhas, como o Google vem ajustando o conceito de palavra-chave e o que isso muda na prática para quem anuncia. Falo sobre a importância do histórico da conta, do aprendizado do algoritmo e do momento certo de testar campanhas com palavras amplas — sem cair na armadilha de queimar verba à toa.
Se você trabalha com tráfego pago ou quer entender como as mudanças do Google afetam sua estratégia, esse corte vai te ajudar a enxergar com clareza o que está por trás da “nova era” das palavras-chave.
Só vai ter palavra-chave Ampla no Google Ads? Vai acabar com as palavras-chave exatas e de frase?
Nos últimos meses, muita gente começou a se perguntar se o Google vai deixar só a palavra-chave ampla nas campanhas. Essa dúvida faz sentido — afinal, o Google tem dado sinais de que quer simplificar (ou controlar mais) a forma como a gente segmenta os anúncios. Mas será que isso significa o fim das palavras exatas e de frase?
O que o Google realmente mudou
Antes de mais nada, é importante entender que o Google não anunciou oficialmente o fim das correspondências exata e de frase. O que aconteceu foi uma mudança de mentalidade no uso das palavras-chave.
Hoje o sistema leva muito mais em conta a intenção de busca e o histórico do usuário do que apenas a correspondência literal. Isso quer dizer que, mesmo com uma palavra exata configurada, o Google pode mostrar o anúncio para variações e buscas relacionadas — desde que ele entenda que a intenção é parecida.
Ou seja: o jogo já não é mais sobre “acertar o termo” e sim sobre compreender o contexto da busca.
Como eu monto minhas campanhas hoje
Eu sempre começo as campanhas com palavras exatas. Assim, eu consigo entender como o público está reagindo, negativar termos errados e ajustar o que for preciso sem desperdiçar verba.
Depois que a conta ganha histórico suficiente — e aqui não estou falando de duas semanas e três conversões, mas de algo mais sólido, como seis meses e leads realmente qualificados — eu passo para a correspondência de frase.
É só nesse ponto, quando a estrutura da campanha está madura e o algoritmo já tem dados consistentes, que eu considero testar a palavra-chave ampla. Mesmo assim, monitorando tudo de perto, porque um clique errado pode queimar dinheiro em questão de minutos.
O papel do histórico e da intenção
O Google tem afirmado que usa o histórico de busca do usuário para entender a intenção por trás das palavras. Isso é poderoso — mas também arriscado.
Por um lado, o sistema pode encontrar oportunidades que a gente não teria previsto. Por outro, ele pode gastar orçamento com cliques irrelevantes se a conta não tiver um histórico forte ou se a estrutura não estiver bem definida.
Por isso, minha recomendação é clara: a palavra ampla pode funcionar, mas só quando você tem base, dados e controle.
Conclusão
Não, o Google Ads ainda não acabou com as palavras exatas e de frase.
Mas ele está caminhando para um modelo cada vez mais baseado em intenção e aprendizado de máquina.
Quem entender isso e adaptar sua estratégia — ao invés de lutar contra — vai ter muito mais resultado.
No fim das contas, o segredo não está na correspondência que você escolhe, mas em como você lê o comportamento do público e alimenta o algoritmo com dados de qualidade.
Newsletter
Inscreva-se para receber conteúdo incrível em sua caixa de entrada e ser avisado sobre lives e novos conteúdos!
Cursos do Martin
Veja os cursos disponibilizados
Mais da Agência SEO Martin
Conheça os principais serviços oferecidos pela Agência SEO Martin.





