SEO em 2026: Minhas Previsões e Tendências que Devem Abalar o Segmento
O SEO está passando pela maior transformação da sua história, e 2026 promete ser um ano decisivo para quem trabalha com marketing digital, conteúdo, e-commerce e estratégias de busca. Neste vídeo, compartilho minhas previsões e tendências de SEO para 2026, com base no que já estamos observando no final de 2025 e na evolução acelerada da inteligência artificial dentro do Google e de outros mecanismos de pesquisa.
Resumão do Martin
O SEO está entrando em uma das fases mais profundas de transformação desde o surgimento do Google. Se nos últimos anos falávamos em atualizações de algoritmo, agora estamos diante de uma mudança estrutural no próprio conceito de busca. Em 2026, a inteligência artificial deixa de ser apenas um complemento e passa a ocupar o centro da experiência do usuário nos mecanismos de pesquisa.
Neste artigo, compartilho minhas principais previsões e tendências de SEO para 2026, com base no que já observamos no final de 2025, em testes práticos, análises de mercado e no avanço acelerado das soluções de IA aplicadas à busca.
A nova SERP dominada pela inteligência artificial
A primeira grande mudança está relacionada à forma como o Google e outros buscadores passam a exibir resultados. A SERP tradicional, baseada em links, perde espaço para respostas geradas por inteligência artificial, seja por meio do AI Mode, do SGE ou de outros formatos conversacionais.
Na prática, isso significa que o usuário tende a permanecer mais tempo dentro do próprio mecanismo de busca, consumindo respostas sem necessariamente clicar em sites. O impacto direto disso é a redução do tráfego orgânico informacional, especialmente em conteúdos de topo e meio de funil. O SEO, mais uma vez, precisa se adaptar à SERP — e não o contrário.
Menos tráfego, mas mais qualificado e mais conversão
Embora a tendência seja de queda no volume de tráfego orgânico, minha previsão é que o tráfego que chega aos sites será cada vez mais qualificado. A inteligência artificial ajuda o usuário a amadurecer a decisão, comparar opções, entender especificações e só então direcioná-lo para uma busca transacional.
Isso tende a elevar as taxas de conversão. O usuário chega mais preparado, mais consciente e mais próximo da decisão de compra. Em 2026, o desafio deixa de ser apenas gerar tráfego e passa a ser extrair o máximo valor de cada visita.
SEO e CRO caminham juntos
Esse novo cenário exige uma mudança clara no papel do profissional de SEO. Não será mais suficiente pensar apenas em indexação, posicionamento e palavras-chave. O SEO precisará incorporar, de forma definitiva, técnicas de CRO (Conversion Rate Optimization).
Identificar quais páginas recebem tráfego dos mecanismos de busca e otimizá-las não apenas para rankear, mas para converter, será essencial. Isso envolve UX, design, copywriting, arquitetura da informação e entendimento profundo do negócio. Em muitos casos, será literalmente “tirar leite de pedra” de um tráfego menor, porém mais estratégico.
Novas métricas e novos indicadores de sucesso
Outra mudança importante está na forma como medimos resultados. Métricas tradicionais como tráfego e posição continuam relevantes, mas deixam de ser suficientes. Em um ambiente dominado por IA, passa a ser fundamental entender visibilidade, impressões, presença em respostas geradas e recomendações feitas pelos assistentes inteligentes.
Estar em primeiro lugar nem sempre será o fator decisivo se uma resposta de IA aparece antes dos resultados orgânicos. Em 2026, o foco se desloca para autoridade, reconhecimento de marca e presença contextual dentro das respostas inteligentes.
A explosão dos mecanismos e formatos de busca
Estamos entrando em um novo ciclo semelhante ao final dos anos 1990, quando vários buscadores coexistiam. Em 2026, além do Google, os usuários pesquisam no ChatGPT, Perplexity, YouTube, TikTok, Instagram e outras plataformas.
Isso torna o marketing de busca muito mais estratégico. Cada negócio precisará entender onde seu público pesquisa, em quais canais faz sentido investir e como distribuir esforços. A lógica de “SEO é só Google” deixa de existir, dando lugar a uma visão mais ampla e integrada.
YouTube como ativo central de SEO
Entre todos esses canais, o YouTube tende a ganhar ainda mais força. Ele combina busca, conteúdo, autoridade e engajamento em um único ambiente. Além disso, vídeos são cada vez mais utilizados pelas inteligências artificiais como fonte de resposta, resumo e recomendação.
Minha previsão é que, enquanto o tráfego informacional em sites diminui, o tráfego para vídeos no YouTube pode crescer significativamente. Para muitas marcas, o YouTube será um dos principais pilares da estratégia de SEO em 2026.
Mudanças profundas na estratégia de conteúdo
A produção de conteúdo também passa por uma virada importante. Criar grandes volumes de conteúdo genérico de topo de funil tende a perder eficiência, já que a IA responde diretamente essas dúvidas. O foco passa a ser conteúdo realmente diferenciado, autoral, baseado em experiências, pesquisas próprias e informações exclusivas.
Além disso, conteúdos institucionais e de marca ganham relevância. A inteligência artificial precisa entender quem é o seu negócio, como você trabalha, quais são seus diferenciais e para quem você é relevante. Quanto melhor esse contexto, maior a chance de recomendação nas respostas inteligentes.
SEO técnico e dados estruturados em alta
O SEO técnico se torna ainda mais crítico em 2026. Sites rápidos, leves, bem estruturados e facilmente rastreáveis serão favorecidos não apenas pelo Google, mas também por outros agentes de IA que não possuem a mesma capacidade de renderização.
Os dados estruturados deixam de ser básicos e passam a ser usados de forma avançada. Quanto mais informações claras e organizadas você fornece sobre produtos, serviços, organização e contexto, maior a capacidade das inteligências artificiais de entender e recomendar seu site corretamente.
Conclusão: adaptação será a palavra-chave do SEO em 2026
Em 2026, muito do SEO tradicional continuará válido, mas a forma de aplicar essas estratégias muda profundamente. Autoridade, técnica, conversão, marca e inteligência artificial passam a estar no centro das decisões.
Quem entender esse movimento agora, testar, ajustar métricas e ampliar sua visão de marketing de busca, estará muito mais preparado para competir. O SEO continua vivo, mas definitivamente não será mais o mesmo!
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