amanda noronha em podcast de seo

Como Aumentamos 30% do Tráfego Só com Links Internos (Sem Fazer Promoções)

Neste corte do Martincast, Amanda Noronha compartilha um case impressionante: como um simples trabalho de linkagem interna foi capaz de aumentar em 30% o tráfego de um site em apenas um mês, sem nenhuma campanha de promoção ou backlink externo.

A conversa mergulha em detalhes práticos sobre:

  • A importância da arquitetura do site e como ela impacta a performance do SEO;
  • O papel dos breadcrumbs na organização e hierarquização de conteúdo;
  • Erros comuns que muitos cometem ao montar categorias e menus no WordPress;
  • E as ferramentas de rastreamento (como Screaming Frog e Google Search Console) que ajudam a identificar e corrigir problemas de linkagem interna.

Se você trabalha com SEO, gestão de sites ou quer entender como pequenos ajustes técnicos podem gerar grandes resultados, este episódio é essencial.

Resumão

Muita gente foca em backlinks, anúncios e campanhas externas, mas esquece de olhar para dentro do próprio site. No Martincast, conversei com Amanda Noronha sobre uma das estratégias mais subestimadas — e poderosas — do SEO: a linkagem interna.

O resultado? Um case real de crescimento de 30% de tráfego em apenas um mês, sem nenhum investimento em mídia paga. Tudo isso apenas reorganizando e otimizando a estrutura de links internos.

O poder da linkagem interna no SEO

A Amanda contou como, em um projeto, o time passou um mês inteiro revisando e melhorando os links internos — e só essa ação foi suficiente para impulsionar o site de forma impressionante.
Nada de backlinks, nada de promoções. Apenas estrutura e estratégia.

Essa é a beleza da linkagem interna: quando bem feita, ela melhora a navegabilidade, distribui autoridade entre as páginas e ajuda o Google a entender a hierarquia de conteúdo. É um trabalho técnico, mas com impacto direto no desempenho orgânico.

Breadcrumbs, categorias e arquitetura: onde tudo começa

Um ponto essencial que a Amanda destacou é o papel dos breadcrumbs (ou “migalhas de pão”) — aqueles caminhos que mostram onde o usuário está dentro do site.
Eles não servem apenas para orientar o visitante: ajudam os mecanismos de busca a compreender a estrutura do site e, portanto, influenciam a indexação e o ranqueamento.

Muitos profissionais montam menus e categorias de forma confusa, o que acaba criando breadcrumbs distorcidos, com páginas duplicadas ou sem valor real. Isso compromete a experiência do usuário e o SEO ao mesmo tempo.

No WordPress, por exemplo, é comum ver sites com categorias criadas apenas para montar menus. Isso gera uma arquitetura inchada e desnecessariamente profunda — algo que pode ser corrigido com um olhar técnico e estratégico sobre a organização de URLs e links.

Ferramentas para rastrear e otimizar

Para quem quer colocar isso em prática, Amanda também compartilhou as ferramentas que usa para rastrear a estrutura do site:

  • Screaming Frog, ideal para sites com mais de mil URLs, pois permite visualizar e exportar toda a arquitetura para análise;
  • Google Search Console e Google Analytics, úteis para sites menores, onde é possível identificar páginas indexadas, links quebrados e padrões de navegação.

Essas ferramentas ajudam a mapear oportunidades e corrigir gargalos — e, quando usadas com estratégia, revelam exatamente onde o tráfego está sendo desperdiçado.

Conclusão

O case da Amanda é a prova de que otimização técnica e atenção à estrutura interna podem gerar resultados incríveis, mesmo sem investimento em mídia.
Se você ainda não revisou seus links internos, está deixando um potencial enorme na mesa.

A verdade é simples: SEO não é só sobre ganhar links externos — é sobre construir conexões inteligentes dentro do seu próprio site.

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