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Universidades dos EUA pagam para limpar nome de alunos no Google

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A matéria publicada em 29/12/2012  pela Folha de São Paulo em sua seção carreiras, fala como as Universidades americanas ajudam os estudantes a limpar seu nome nos mecanismos de pesquisa como o Google.

O Serviço oferecido pelas universidades é feito através de softwares que orientam o aluno a criar e gerenciar conteúdo na web de forma a melhorar a posição dos resultados considerados positivos em detrimento dos negativos.

Assim como a reputação pessoal do aluno é importante para o mesmo, a imagem do conjunto de alunos pode influenciar a Reputação de uma instituição de ensino e por isso o grande interesse dessas instituições de ajudar os alunos individualmente. A reputação coletiva pode ser aplicada para instituições de ensino, empresas e até times de futebol, para associais a imagem individual dos integrantes com a imagem geral do grupo.

Universidades dos EUA pagam para ‘limpar’ imagem de estudantes na internet

Amantha Grossman não estava nada satisfeita com a impressão que as pessoas tinham dela ao buscar por seu nome no Google. “Não era nada horrível. Eu tenho um nome comum, então apareciam fotos de festas de faculdade que não eram minhas, coisas que eu não queria que fossem associadas a mim”, conta.

Depois que ela se formou na Universidade de Syracuse, em meados deste ano, ela ganhou acesso a uma ferramenta que permite que ela ressalte informações mais desejáveis sobre ela no site.

Agora, ao buscar pelo nome dela no Google, as pessoas têm acesso direto a fotos profissionais e páginas com suas credenciais acadêmicas, por exemplo. Ela diz que isso a ajudou a conseguir um emprego em uma agência de publicidade digital em Nova York.

Sistema de Defesa de Reputação

Universidades como Syracuse, Rochester e Johns Hopkins estão entre as instituições que oferecem esse tipo de ferramenta gratuitamente para os estudantes. Esse tipo de sistema não elimina conteúdo embaraçoso da internet –eles apenas ressaltam as páginas com perfis mais profissionais dos estudantes, que aparecem primeiro quando alguém faz uma busca com o nome deles.

Uma dessas ferramentas é a BrandYourself, que analisa os resultados de buscas com o nome do usuário para determinar, por exemplo, que a conta do LinkedIn do internauta aparece apenas na 25ª posição em uma pesquisa no Google. O programa, então, sugere modos de melhorar essa classificação. O software também avisa o usuário se uma página não identificada aparece na primeira página do site de buscas ou se algum link sobe ou desce de modo significativo no ranking.

“O primeiro item da nossa lista de ‘cinco coisas para fazer antes de se formar’ é ‘limpar seu perfil on-line'”, diz Lisa Severy, presidente-eleita da Associação Nacional de Desenvolvimento de Carreira dos Estados Unidos. “Nós chamamos isso de ‘o teste da avó’: se você não quer que ela veja algo, provavelmente não vai querer que seu empregador veja também.”

Na Universidade de Syracuse, contas para o BrandYourself são oferecidas gratuitamente para todos os alunos. Cerca de 25 mil pessoas têm acesso ao sistema, que cobra US$ 10 (R$ 20) mensais por uma conta.

Tendências

Uma pesquisa feita pelo site CareerBuilder em abril deste ano com 2.000 gerentes de recrutamento indicou que dois em cada cinco empresas usam redes sociais para pesquisar dados de candidatos a emprego.

E um terço dos profissionais que afirmaram fazer esse tipo de busca diz ter descartado alguém em razão de fotos sensuais ou com bebidas alcoólicas, por exemplo.


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